Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Festança Dos Medeiros

Os Andeiros · Cadê a Vaneira

Capa de Cadê a Vaneira
Os Andeiros

Festança Dos Medeiros

Cadê a Vaneira · 2013
(Amaro Peres) Ai, bate casco, zaino velho, quero chegar bem ligeiro Bate casco, zaino velho, tem festança nos Medeiros Dei de mão na gaita velha, pus na garupa do pingo Um galope entonado, pra estância fui seguindo Fui tocar lá nos Medeiros numa tarde de domingo Fui tocar lá nos Medeiros numa tarde de domingo O galpão tava enfeitado com flores de maçanilha O perfume se sentia lá de riba da coxilha Tio Medeiros, empolgado com o casamento da filha Tio Medeiros, empolgado com o casamento da filha Ai, bate casco, zaino velho, quero chegar bem ligeiro Bate casco, zaino velho, tem festança nos Medeiros Lá pro capão, quatro vacas se enroscavam no braseiro Quatro porco' e mais galinha e um panelão de puchero Bóia buena era de sobra na festança dos Medeiros Bóia buena era de sobra na festança dos Medeiros O padre fez o casório debaixo de um figueirão A mais nova do Medeiros com o mais velho do Zé Peão Se espalhavam no terreiro, gente de todo rincão Se espalhavam num terreiro, gente de todo rincão Ai, bate casco, zaino velho, quero chegar bem ligeiro Bate casco, zaino velho, tem festança nos Medeiros Convidados de importância neste acontecimento Os Cardoso e os Fogaça, "inté" as gurias do Bento Os Bicudo e os Pimentel chegaram neste momento Os Machado e os Cabral também vieram ao casamento Pra soleira do galpão a indiada foi chegando Pois o bem bom da festança tava recém começando Tio Medeiro' estoura o mango e bem alto foi gritando Tio Medeiro' estoura o mango e bem alto foi gritando
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