Letra da música
Canção do Tropeiro
Berenice Azambuja

LP Gauchinha Faceira (1976)


O tranco do baio ruano de volta de uma tropeada
Venho batendo na marca bebendo léguas de estrada
Venho batendo na marca bebendo léguas de estrada

Meus olhos seguem perdidos no sem fim do corredor
O homem encurtando a distância que fiquei do meu amor
O homem encurtando a distância que fiquei do meu amor

Meu baio ruano parece compreender minha saudade
Quanto mais bato na marca mais ele sente vontade
Quanto mais bato na marca mais ele sente vontade

O tropeiro quando chega rente do rancho onde mora
A chinóca o reconhece pelo tinido da espora
A chinóca o reconhece pelo tinido da espora

Troca de abraços e beijos filhos pedindo a benção
Momentos que reconfortam a dura vida do peão
Momentos que reconfortam a dura vida do peão

Ao tranco do baio ruano sigo pra outra tropeada
Meus olhos seguem perdidos bebendo léguas de estrada
Meus olhos seguem perdidos bebendo léguas de estrada


Algumas palavras contidas nesta letra estão em nosso dicionário de gauchês

TRANCO: Andadura lenta dos eguariços.

RANCHO: Primeira habitação erguida no Continente de São Pedro, edificada com material que abundava no local (leiva, torrão, pedra ou pau-a-pique e barreado), coberto com quincha.

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Gauchinha Faceira de Berenice Azambuja

Com uma trajetória de sucesso Berenice Azambuja em seu LP Gauchinha Faceira, lançado em 1976, reporta ao público músicas que reforçam a grandeza e o orgulho pela tradição de cultuar o que é do Sul. Acompanhe e divulgue a música do RS ao som de Berenice Azambuja.

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