Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Final de Lida

Jader Duarte · Escritos do Tempo

Capa de Escritos do Tempo
Jader Duarte

Final de Lida

Escritos do Tempo · 2018
Curei o rebanho compus paços, alambrados Agora a noite guarda o sol em seus peçoelos A gadaria recolheu-se ao paradouro Me vou voltando tendo estrela por sinuelo Final de lida, emalo a vida e vou pras casas Asas ao flete, num trotão batendo a marca E o coração na direção de quem me espera Planta quimeras pelo leito das estradas Se alguma chuva vem testar as “precisão” Desabo o “preto” vou terceando com o tempo Encanzinado pra cambear o frio dos campos Pelo ajoujo do amor onde me aquento Final de lida, emalo a vida e vou pras casas Asas ao flete, num trotão batendo a marca E o coração na direção de quem me espera Planta quimeras pelo leito das estradas Já nas casas, raciono cusco e zaino Tenho amanhã de recorrer outra invernada Retribuo o sorriso dos piás Me refaço, ganho nos braços da amada Final de lida, emalo a vida e vou pras casas Asas ao flete, num trotão batendo a marca E o coração na direção de quem me espera Planta quimeras pelo leito das estradas Era, era, era, era, era, era, era amor! Letra: Beto Barros Música: Adilson Moura Violão: Maurício Lopes Acordeon: Jackson Fabrício
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