Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Preto Velho Celestino

Telmo de Lima Freitas · Alma de Galpão

Capa de Alma de Galpão
Telmo de Lima Freitas

Preto Velho Celestino

Alma de Galpão · 1980
Num bolicho beira estrada, de cruzada, Encontrei o preto velho Celestino, Testemunha dos meus tempos de menino, Prestativo e serviçal. A lembrança veio junto no assunto, No momento que eu olhei ele me olhou, Num sorriso machucado, o preto velho Com saudade, perguntou: Como vão todos os teus? Antes do adeus, Sem saber se me abraçava ou se sorria, Pelo jeito, constrangido, o preto velho, Pelos trajes que vestia. Não repare este meu jeito, caro amigo, Machucando esta purita com limão, Tiro a poeira da garganta, diariamente, Pra alegrar o coração. Minha aldeia comemora, volta e meia, Festejando quem chegou pra não ficar, Mas esquece o preto velho Celestino, Um nativo do lugar. Este Santo Benedito, que ao tranquito, Vai ganhando como pode o seu quinhão, Representa no cenário dos bolichos A vontade de viver pelo seu chão.
Mais de Telmo de Lima Freitas

Outros álbuns

Capa do álbum 35 Mega Sucessos
CD · 2017

35 Mega Sucessos

Telmo de Lima Freitas

Capa do álbum Aparte
CD · 2006

Aparte

Telmo de Lima Freitas

Capa do álbum Carteio da Vida
CD · 2002

Carteio da Vida

Telmo de Lima Freitas

Capa do álbum Poesias
CD · 2001

Poesias

Telmo de Lima Freitas

Capa do álbum Rastreador
CD · 2000

Rastreador

Telmo de Lima Freitas

Publicidade