Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Desgarrados

Mário Barbará · Desgarrados

Capa de Desgarrados
Mário Barbará

Desgarrados

Desgarrados · 2017
Eles se encontram no cais do porto pelas calçadas Fazem biscates pelos mercados, pelas esquinas, Carregam lixo, vendem revistas, juntam baganas E são pingentes das avenidas da capital Eles se escondem pelos botecos entre cortiços E pra esquecerem contam bravatas, velhas histórias E então são tragos, muitos estragos, por toda a noite Olhos abertos, o longe é perto, o que vale é o sonho Sopram ventos desgarrados, carregados de saudade Viram copos viram mundos, mas o que foi nunca mais será Cevavam mate,sorriso franco, palheiro aceso Viraram brasas, contavam causos, polindo esporas, Geada fria, café bem quente, muito alvoroço, Arreios firmes e nos pescoços lenços vermelhos Jogo do osso, cana de espera e o pão de forno O milho assado, a carne gorda, a cancha reta Faziam planos e nem sabiam que eram felizes Olhos abertos, o longe é perto, o que vale é o sonho Sopram ventos desgarrados, carregados de saudade Viram copos viram mundos, mas o que foi nunca mais será
Mais de Mário Barbará

Outros álbuns

Capa do álbum Bruxarias
CD · 1995

Bruxarias

Mário Barbará

Capa do álbum Cantares de Achego
LP · 1984

Cantares de Achego

Mário Barbará

Publicidade