Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Madrugador

Carlos Moacir · No Coração do Meu Violão

Letra: anomar danúbio vieira / lucas ramos quando a manhã se rebolca no serenal do potreiro clareando o pago fronteiro, cacho atado à canta-galo se o dia vem de à cavalo, luzindo o aço da espora já me agarra campo à fora de armada pronta pra um pealo pelas ondas fogoneiras, arrocinei meu destino fui assim desde menino, sono escasso e madrugada e uma amplitude sagrada velando as noites serenas que refletiam minhas penas do espelho das alvoradas e uma amplitude sagrada velando as noites serenas que refletiam minhas penas do espelho das alvoradas sempre fui madrugador, mateio antes do dia pois quando o galo anuncia, já ando até de tirador me acomodo no fiador, d´onde há pata, não refuga deus ajuda quem madruga e eu tenho fé, sim, senhor sempre fui madrugador, mateio antes do dia pois quando o galo anuncia, já ando até de tirador me acomodo no fiador, d´onde há pata, não refuga deus ajuda quem madruga e eu tenho fé, sim, senhor cheiro de garra e galpão, fogo de chão, yerba buena e a campeira cantilena da cambona nos tição´ lá fora, rompe o clarão da linda estrela boieira que trouxe a lua matreira pra se banhar no lagoão quem salta cedo do catre tem mais um ganho na lida se ajeita as coisas da vida com calma e tempo de sobra neste fundão se desdobra, meio bicho, meio gente pra encarar o sol de frente, tapeando o foia´ de abóbra´ neste fundão se desdobra, meio bicho, meio gente pra encarar o sol de frente, tapeando o foia´ de abóbra´ sempre fui madrugador, mateio antes do dia pois quando o galo anuncia, já ando até de tirador me acomodo no fiador, d´onde há pata, não refuga deus ajuda quem madruga e eu tenho fé, sim, senhor sempre fui madrugador, mateio antes do dia pois quando o galo anuncia, já ando até de tirador me acomodo no fiador, d´onde há pata, não refuga deus ajuda quem madruga e eu tenho fé, sim, senhor
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