Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Apego

Júlio Saldanha · De Lua e Caminhos

Capa de De Lua e Caminhos
Júlio Saldanha

Apego

De Lua e Caminhos
Quando o sol declina no horizonte Se esparramando no lombo do coxilhão Sorvo meu mate no aconchego do rancho Contemplando matizes, na imensidão Sinto o cheiro perfumado da flechilha E os meus olhos na distância abrem cancelas Vejo as garças branqueando as águas do açude E os quero-queros na campina sentinelas. Como faz bem, de tardezita, olhar o pago Nesta hora erma de beleza e de calma Sentir o gosto de viver e ter querência E uma leveza vinda do fundo da alma Sentir o gosto de viver e ter querência E uma leveza vinda do fundo da alma. . Sou campesino de lida e canto Vivo e me encanto neste lugar O meu apego vem de raíz Me faz feliz, me faz cantar. E quando canto olhando o campo Já meio rubro de sol poente Encontro vida em cada nuança E esperança pra seguir em frente Encontro vida em cada nuança E esperança pra seguir em frente. Como faz bem de tardezita olhar o pago Nesta hora erma de beleza e de calma Sentir o gosto de viver e ter querência E uma leveza vinda do fundo da alma Sentir o gosto de viver e ter querência E uma leveza vinda do fundo da alma. Sou campesino de lida e canto Vivo e me encanto neste lugar O meu apego vem de raíz Me faz feliz, me faz cantar E quando canto olhando o campo Já meio rubro de sol poente Encontro vida em cada nuança E esperança pra seguir em frente Encontro vida em cada nuança E esperança pra seguir em frente.
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