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Pedindo Cancha

Hay Chamamé (1995)

Luiz Carlos Borges

Eu sou igual o meu cavalo velho
Medindo cancha pra me apresentar
Eu me entrevero em qualquer rodeio
E sapateio antes de dançar

Não tem maneira que me prenda o pé
E se eu quiser eu danço a noite inteira
O mouro veio é bom na cancha reta
Que eu sou um atleta dançando a rampeira

O mouro veio é bom na cancha reta
Que eu sou um atleta dançando a rampeira

E dê-lhe manco e dê-lhe espora
Que o meu cavalo é louco de atar
Se não sentir o toque da rancehira
Ele não dá carreira e não consegue andar (2x)

Quando o gaiteiro começa o forreio
Eu vou pro meio da sala dançando
Eu abro cancha pra tudo que é lado
Mais animado que um galo cantando

Numa rancheira ninguém me segura
Faço firula sem perder o embalo
Eu entro e danço em qualquer bochincho
E até relincho que nem um cavalo

Eu entro e danço em qualquer bochincho
E até relincho que nem um cavalo

E dê-lhe manco e dê-lhe espora
Que o meu cavalo é louco de atar
Se não sentir o toque da rancehira
Ele não dá carreira e não consegue andar(2x)

Quando o gaiteiro começa o forreio
Eu vou pro meio da sala dançando
Eu abro cancha pra tudo que é lado
Mais animado que um galo cantando

Numa rancheira ninguém me segura
Faço firula sem perder o embalo
Eu entro e danço em qualquer bochincho
E até relincho que nem um cavalo

Eu entro e danço em qualquer bochincho
E até relincho que nem um cavalo

E dê-lhe manco e dê-lhe espora
Que o meu cavalo é louco de atar
Se não sentir o toque da rancehira
Ele não dá carreira e não consegue andar(2x)


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