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Rincão da Alma

Rincão da Alma (2008)

Marcelo Oliveira

Existe um rincão presente
Donde eu me faço cativo
Rincão de pasto nativo
Sombra de mato e vertente
Está guardado na gente
E igual a pampa, se espalma
É o velho rincão da alma
Sábio que ensina silente!

Pulsando a vida nas veias
O coração não descansa
Nele reside a esperança
Que não respeita maneias
O coração corcoveia
Noutras, tranqueia com calma
É o velho rincão da alma
Onde a consciência mateia!

Rincão da alma é um galpão
Onde se guarda o que é raro
O inestimável mais caro
Além do sim e do não
Cada um faz seu rincão
De sonho ou ponta de faca
Uns no bolso da guaiaca
E outros no coração


Rincão da alma é um ranchito
De pau-a-pique e capim
Erguido dentro de mim
E onde eu me escuto solito
Mas é um palácio bonito
Pra quem cultiva o apreço
Pelos valores sem preço
Por isso mesmo infinitos


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