Letra da música
Apostando Na Sorte / Poncho Amigo / Na Paz Do Campo
Chiquito e Bordoneio

CD CD/DVD Ao Vivo (2005)


Nasci pra o longo dos potros
De mango e freio na mão
E não nasceu nenhum bagual que me fizesse lamber o chão

Eu me preparo quando o dia acordo os galos encílio melhor cavalo que o patrão tem no curral vou pro rodeio enfrentar um desafio, abusar pra quem não viu,vou domar este bagual,é no palanque que eu aperto o rampão, peço a deus a proteção pra que nada me aconteça só espero um grito pra que eu saia no ventena espoliando na paleta e delhe mango na cabeça

(2x repete)
E la me vou, apostando só na sorte,não quero pensar na morte pois não vim para sofrer sou um gineto e não procuro inimigos,só quero mais um amigo pros meus arreio até morrer.

Saltemos juntos e acendi o primeiro berro,acarquei firme meus ferro pra o jeito de não sobrar não posso levar tombo e com gente a minha espera se o inverno for intenso eu vou domar na primavera la pelas tantas fracho longo e se emprega deixa de ser malela carvoteira e redomão. trago pro rancho de acabresto no costado deixou de ser aporriado e vai servir pro meu patrão.


Algumas palavras contidas nesta letra estão em nosso dicionário de gauchês

CHIMANGO: Ave rapinídea; alcunha dada em 1915, aos Borgistas (usuários do lenço branco com nó comum).

BAGUAL: excelente, bom, ótimo ou cavalo xucro

PATRÃO: A maior autoridade de uma Estância, Fazenda ou CTG.

RODEIO: Reunião para cuido, que se faz do gado.

PALANQUE: Esteio grosso e forte, onde se amarram animais.

TOMBO: Queda.

RANCHO: Primeira habitação erguida no Continente de São Pedro, edificada com material que abundava no local (leiva, torrão, pedra ou pau-a-pique e barreado), coberto com quincha.

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(letra e música para ouvir) Nasci pra o longo dos potros de mango e freio na mão e não nasceu nenhum bagual que me fizesse lamber o chão

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