Letra da música
Rio Amigo
Telmo de Lima Freitas

LP Alma de Galpão (1980)


Venho da beira de um rio amigo,
Trago comigo lembranças mil,
Sou missioneiro, já fui changueiro,
Vivo na costa do meu Brasil.

De vez em quando me solto na água,
Lavando as mágoas no teu caudal,
Rio companheiro que eu gosto tanto,
Leva meu pranto no teu canal.

Vejo na espuma das cachoeiras,
Duas fronteiras que são irmãs,
Do outro lado roncos os mouros,
Cá deste lado gritam tajãs.

Nesta fronteira cercam banhados,
Fazem cercados, lavram o chão,
Bicho de ontem fogem da toca,
Correndo cedo, sem compaixão.

Meu canto fica como tecido
De um rio amigo que longe vai,
Rio dos cantares, rio das cachoeiras,
Rio das fronteiras, rio Uruguai.

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(letra e música para ouvir) Venho da beira de um rio amigo, Trago comigo lembranças mil, Sou missioneiro, já fui changueiro, Vivo na costa do meu Brasil.
Alma de Galpão de Telmo de Lima Freitas

Com uma trajetória de sucesso Telmo de Lima Freitas em seu LP Alma de Galpão, lançado em 1980, reporta ao público músicas que reforçam a grandeza e o orgulho pela tradição de cultuar o que é do Sul. Acompanhe e divulgue a música do RS ao som de Telmo de Lima Freitas.

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