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Meu Rasto

Meu Rasto (2) (1980)

Gaúcho da Fronteira

Neste floreio de gaita peguei o mundo por conta
E hoje meu verso é recado por brasil de ponta a ponta
Em qualquer galpão de estância que chego é meu palacete

Amor é hospitalidade, costela gorda é banquete
Por ser cidadão correto do povo tenho respeito
Nas faculdades do mundo já sou formado em direito
Cantor que nasceu do povo apo´s a morte viverá
E em cada rincão do pampa seu canto renascerá
Meu rastro até a chuva apaga, mas minha cantiga não
Que é como tronco de aroeira num velho fogo de chão
Gosto de ver meus amigos sorrir de felicidade
Em cada versos que canto procuro deixar saudade
A cavalo na verdade sou defensor da minha arte
Amigos dos meus amigos, mas todo negócio à parte
Sei que sou o que sou e cheguei onde estou agora
É que o pingo da inteligência não me cutuca de espora
Vim chorando pra esse mundo, me receberam cantando
Eu quero partir sorrindo pra deixar alguém chorando.


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