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Bem do Meu Jeito

Bem do Meu Jeito (2003)

Zé Moraes

(Zé Moraes)
Nascido no campo este peão fandangueiro , Sangue de gaiteiro nas veias correndo
Assim fui crescendo despacito e a vontade, personalidade comigo trazendo
Com garra e coragem nesta profissão, sigo a missão de viajar pela estrada
Pelas madrugadas carcando um gaitaço, com força no braço sigo a jornada

É assim que eu sou e não mudo o meu jeito
Uso a camisa aberta no peito
Cabeça erguida chapéu bem tapeado
Olhar caborteiro para qualquer lado

Somente a minha gaita parceira sagrada, da voz afinada me compreende bem
Memória ela tem na ponta dos meus dedos, sabe os meus segredos e não conta a ninguém
O verso que canto eu me mesmo que faço, sem muito embaraço ele brota da mente
Igual uma vertente de imaginação, transformo em canção o que minha alma sente

Na lida campeira conheço o riscado, lutar com o gado e montar em cavalo
Atiro no embalo meu laço campeiro, ginete e gaiteiro cantando eu pealo
Saudades eu deixo por onde que passo, gosto do que faço e tenho vocação
Carrego a razão vivo bem do meu jeito, qualidade e defeito faz parte do peão


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